Por Marisa da Camara

Uma carreira na área de cardiologia, construída por meio de um olhar voltado mais aos pacientes, do que propriamente às doenças e com foco na capacidade funcional de cada um. Mangini, com apenas 40 de idade, apresenta um invejável currículo, com Doutorado em Cardiologia e Especialização em Insuficiência e Transplantes Cardíacos, pelo Incor HCFMUSP. É médico da UTI e do Programa de Transplantes do Hospital Israelita Albert Einstein , além de acumular outras diversas especialidades voltadas à área de terapia intensiva e transplantes.

Pesquisador e estudioso, Mangini foca seus métodos com base na perda da capacidade funcional ao longo da vida.  Ele dedica parte de suas atividades profissionais em palestras para alunos e médicos, nas quais esse conceito tem relevante importância.

Para Mangini, ir além da doença é muito importante e é o seu foco de atuação.  Preocupado com as novidades e modernizações de sua especialidade, o médico, apesar de inteirar-se do conteúdo de congressos nacionais e internacionais, procura colocar, acima de tudo, a demanda de seus pacientes.

Mangini é ávido defensor da prática de atividades físicas, da boa alimentação, da abstinência de drogas, como o cigarro e bebidas etílicas, entre outros, como fatores primários de manutenção da saúde cardíaca.

Mangini tem uma vida profissional intensa e, apaixonado por ela, abre mão de horas de sono e momentos com a família, para atender seus pacientes.

Como diz o ditado: “Casa de ferreiro, espeto de pau”…  Mangini diz que abre mão, inclusive, de sua qualidade de vida, em prol de sua profissão.  “Estou muito aquém do uso de minha reserva funcional”, declara ele.