A dança melhorou a saúde de Terezinha

No dia 1° de junho, uma animação especial tomou conta do grupo de pessoas acima dos 60 anos que costuma se reunir três vezes por semana para ter aulas de dança no Parque da Aclimação em São Paulo-SP, das 7h30 às 8h30.  Vestidos à caráter, com direito a noivo e noiva, eles participaram de uma típica quadrilha junina seguida de um café da manhã colaborativo.

A brincadeira foi comandada pela professora Virgínia Ramos que, de forma voluntária e com “muito amor e alegria”, como diz, ministra as aulas para o grupo que só vem crescendo e atualmente reúne, em média, 60 participantes.

Virgínia ( de vestido amarelo) e seus alunos: amor e alegria para ministrar as aulas

“Além da prática do exercício físico, a dança trouxe melhoras na minha osteoporose, tornando-se uma osteopenia. Além disso, me trouxe amizades e muita alegria. Foi a melhor coisa que me aconteceu nesta fase da vida”, afirma Terezinha Litran, de 82 anos.

Caracterizado de noivo, José Edson Alves, 65 anos conta que a dança lhe proporciona uma “volta no tempo”. “Parece que rejuvenesço, me sinto leve como quando tinha 20 anos de idade”, revela. Sua “noiva” de quadrilha, Daise Baía Alves, 63 anos, também aprova a atividade. “Além de perceber que as aulas ajudam com a força muscular, a circulação e a memória, a professora sempre levanta o astral de todos”, diz.

Virgínia é também uma 60+. Aos 67 anos, está sempre acompanhada por seu esposo, Potiguara Bernini Ramos, de 68 anos. Durante as aulas, ele fica estrategicamente no meio dos demais alunos, para auxiliar nas coreografias.

 

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